quarta-feira, 3 de agosto de 2011

voltei a escrever para ti.

existem imensas maneiras de amar alguem. mas aquilo que senti (sinto) por ti é inexplicável, inesquecivel. por mais que pense e diga ''és-me indiferente'', por mais vezes que tente esquecer o facto de teres existido na minha vida, torna-se impossivel. são tantas as vezes que fecho os olhos e vejo coisas que passei contigo. são imensas as perguntas que faço a mim mesma que se baseiam em ti. quando tento adormecer, por mais que tente não me lembrar de ti, eu lembro.. sinto a tua falta. e tento esconder isso de toda a gente, até de mim mesma. escondo ainda uma esperança quase apagada de te ter de novo. mas depois penso bem, penso no sentimento que tens por mim (nulo), e desisto completamente. penso nisso durante 5 segundos. depois acabo por cair em mim e ver que não vale apena. não vales apena. já pensei que valesses, já pensei que gostasses de mim. e gostas-te, eu sei que gostas-te. mas eu gostei bem mais de ti. já não choro, já não sofro. mas já chorei e já sofri. nunca me foste realmente indiferente. porquê? porque foste a pessoa que mais me fez feliz. eu queria continuar a construir o nosso mundo, eu acreditava que seria possivel. eu pensei mesmo que era. iludi-me não foi? eu já me apercebi disso. mas o que é que queres? sinto falta de ser amada, aliás, sinto falta de saber que alguem me ama de verdade. eu achava que eras tu que amavas. achei durante algum tempo que ias amar-me durante muito tempo. enganei-me. enganaste-me. tenho saudades tuas, do teu toque, dos teus beijos. sinto falta do teu carinho, das nossas cenas, dos nossos segredos. amei-te, agora? apenas gosto de ti. não será igual? não, tem um significado diferente.


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