quarta-feira, 7 de setembro de 2011

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(.. a seguir ao sinal, deixe a sua mensagem***)
Estou? Estava deitada e realmente lembrei-me de ti, queria saber se por algum motivo estarias acordado a estas horas, e se por alguma razão te apeteceria ouvir a minha voz. Deparei-me com a gravação do voice-mail. Sabes? Sinceramente ainda bem que não atendeste, ainda bem que não estás a falar ao mesmo tempo que eu, porque se tivesses atendido, estarias tu a falar, estarias tu a deitar-me a baixo, mais uma vez. Sinto a tua falta, e era só isso que te queria dizer. Sinto falta do teu carinho, de quando as palavras que me dirigias eram doces, e não arrogantes. Eu sei que também sentes a minha falta, e sei que nunca te serei indiferente. Nunca te esqueci, nunca me esqueceste. Só queria que relembrasses o quanto foi bom tudo aquilo que passámos juntos, foi bom conhecer-te como ninguém. É bom saber que fiz/faço parte da tua vida, tu nunca deixarás de fazer da minha. Agora, desejo-te a maior das felicidades, um abraço apertado, e um beijo daqueles que só nós sabemos o seu significado. Estarei sempre a tua espera, para ti estarei sempre de braços abertos. Por mais que às vezes não mereças sequer que me lembre de ti. Mas peço-te, nunca, mas nunca mais me peças para mudar. Gostava que gostasses da pessoa que sou, e não da que queres (querias) que seja (fosse). Mas ainda assim, eu permaneço do teu lado, já reparaste? Lembra-te de mim, agora em Setembro voltaremos a encontrar-nos. Amo-te, nunca te esqueças disso.

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